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23/11/2016 - O FUTURO DA SEGURANÇA PRIVADA



FUTURO DA SEGURANÇA PRIVADA - PL 4238/2012

Ocorreu nos dias 7 e 8 de novembro de 2016, no Rio de Janeiro, o seminário “ Futuro da Segurança Privada”, que reuniu sindicalistas e trabalhadores para debater estratégias e formas de modificar o texto do Estatuto da Segurança Privada, PL 4238/2012, que se encontra no plenário da Câmara dos Deputados.

Organizado pela Federação dos Vigilantes do Estado do Rio de Janeiro, com apoio da Contrasp, da Nova Central e de todos os sindicatos filiados, foi elaborada uma minuta de mudança do projeto, para que todos os sindicatos e federações de vigilantes do Brasil, possam apresentar diretamente a cada deputados federal em cada estado.

Essa ação nos estados servirá como método de apresentação de mudança do estatuto organizado em conjunto com a classe trabalhadora.

Presidentes de entidades concordaram com as propostas apresentadas pela categoria  trazidas de outros estados. Foi unânime entre todos os sindicatos do país, que deve haver mudanças significativas no texto do projeto. Foi considerado que como está, trará enorme prejuízo à categoria. Além de não modificar o armamento, o projeto prevê que seja de menor potencial ofensivo. Não prevê porte de arma fora de serviço; mantém como grau de instrução o ensino fundamental para ingresso na profissão; não tem previsão de melhoria para instrutores e o efetivo de escolta continuará o mesmo.

No seminário foi aprovada também moção de repúdio contra o Banco Santander. A moção foi aprovada por unanimidade pelo plenário e assinada por todos os sindicatos e federações de vigilantes de todo país. Vale lembrar que o Banco Santander acabou com a rendição de almoço, obrigando os vigilantes a almoçarem antes da abertura ou depois do encerramento das atividades nas agências bancárias.

Durante os dois dias do seminário, técnicos do DIEESE e do DIAP apresentaram propostas de mudanças do projeto de lei e estratégias legislativas para votação no plenário, como também, apresentaram um panorama geral da conjuntura Nacional e defesa dos direitos trabalhistas.

Participaram do encontro: 14 Sindicatos, 7 Federações, 1 Confederação (CONTRASP), representantes da Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST), da OAB, DIEESE, e DIAP e 120 Vigilantes do Estado do Rio de Janeiro.