• Você está em: 
  • Home
  • Notícias

18/01/2017 - PATRÕES ENLOUQUECEM E PROPÕE ZERO DE REAJUSTE

CAMPANHA SALARIAL: FEDERAÇÃO RECEBE PROPOSTA PATRONAL 


Federação dos Vigilantes do RJ recebe proposta dos empresários

Em reunião com todos os Sindicatos filiados à Federação dos Vigilantes do Estado do Rio, DIA 16 DE JANEIRO, o Sindicato das Empresas de Segurança entregou a sua proposta para a categoria dos vigilantes.

Aproveitando a desculpa da crise econômica no país, os empresários APRESENTARAM uma PROPOSTA ABSURDA E INACEITÁVEL surpreendendo todos os presentes. Na proposta do SINDICATO DAS EMPRESAS o reajuste será de ZERO porcento, isso mesmo ZERO porcento, e ainda tem mais, fim do adicional do triênio, congelamento no tíquete entre outros absurdos.

Antonio Carlos, presidente do SINDVIGRIO, contra argumenta proposta dos empresários

Antonio Carlos, Presidente do Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio de Janeiro, afirmou aos empresários que as propostas apresentadas pelos empresários são ilegais, pois retiram direitos conquistas há muitos anos, a exemplo do fim do triênio e da multa dos 40% do FGTS em caso de reaproveitamento dos vigilantes nos postos, e quanto ao reajuste zero dos salários, esta é uma proposta inconstitucional pois desrespeita o princípio da irredutibilidade salarial, pois o piso assinado em março de 2016 com a inflação já não vale a mesma coisa hoje. E quanto à crise não é de hoje que as empresas vêm dando calote nos trabalhadores o que demonstra que a categoria não vai aceitar esse discurso absurdo.


Trabalhadores e empresários na 1ª reunião da campanha salarial

O Presidente da Federação dos Vigilantes, Sérgio Luiz, fez um apelo aos empresários para que reavaliem suas propostas para que no dia 25 de janeiro possam apresentar algo digno de discussão e assim as negociações avancem.

13/01/2017 - JUSTIÇA VAI PAGAR ATRASADOS A 61 MIL APOSENTADOS

    Justiça vai pagar atrasados a 61 mil aposentados
No Rio e ES, mais de 2 mil segurados do INSS vão ter revisão por decisões proferidas em novembro

Rio - Aposentados do INSS que ganharam ações de revisão e concessão de benefícios contra a Previdência vão receber R$32,4 milhões no Rio e no Espírito Santo. O Conselho de Justiça Federal (CJF) liberou recursos para o pagamento de RPVs referentes a processos que tiveram sentença em novembro do ano passado.

Serão beneficiados 2.073 segurados nos dois estados abrangidos pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2). Para os demais tribunais do país, foram destinados R$633,5 milhões para pagar revisões de aposentadorias, pensões, que somam 56.814 processos e beneficiam 61.097 segurados.

Com o aumento do salário- mínimo em 1º de janeiro, de R$ 880 para R$ 937, o teto das RPVs foi corrigido e passou de R$ 52.800 para R$56.220. O TRF-2 não divulgou o calendário de pagamento dos atrasados.

Segundo o CJF, os recursos são enviados diretamente aos tribunais federais, responsáveis pelos pagamentos dos processos que tiveram sentença final. O calendário de pagamento é elaborado pelos TRFs de cada região.

Os valores serão depositados em contas abertas pela Justiça no Banco do Brasil ou na Caixa Econômica Federal em nome de quem ganhou o processo contra a Previdência. As ações foram julgadas e o INSS não têm mais como recorrer.

O TRF da 1ª Região (Brasília, MG, GO, BA, entre outros) terá R$ 224,7 milhões para pagar 15.577 segurados que ganharam ações. O TRF da 3ª Região (SP e MS) recebeu R$ 132,5 milhões para quitar 8.485 processos.

Para o tribunal da 4ª Região (RS, PR e SC) foram destinados R$ 168,7 milhões para quitar ações de 21.439 aposentados e pensionistas. E, finalmente, o TRF da 5ª Região, que abrange os estados de Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe, terá R$ 75 milhões para pagar 13.523 segurados do INSS.

 

Consulta no site TRF-2

O aposentado pode verificar quanto e quando vai receber pela internet no site www.trf2.jus.br. Ao entrar na página, no menu à esquerda da tela, procurar o campo destinado a Precatórios/RPV.

Os segurados devem clicar em Consultas, depois em Pesquisa ao Público. Para fazer o acompanhamento na internet, os interessados precisam ter em mãos o número do requerimento ou do CPF ou da ação. Ao digitar o código de verificação basta clicar em confirmar para concluir a operação.

06/01/2017 - PARALISAÇÃO DOS VIGILANTES DA RIOTUR

O Sindicato informa que o pagamento dos 160 vigilantes não saiu. 

Não receberam seus salários de Novembro, dezembro e 13º.

Com isso haverá paralisação no dia 10/01/2017. Ninguém assume o postos da RioTur.

27/12/2016 - FEDERAÇÃO ALERTA COM A REFORMA TRABALHISTA

A FEDERAÇÃO DOS VIGILANTES repudia toda e qualquer proposta que retire direitos duramente conquistados pelos trabalhadores desde a Revolução de 30, quando Getúlio Vargas mudou a orientação vigente até então expressa na idéia que a questão social era caso de polícia. A reforma trabalhista proposta pelo governo atual procura fazer letra morta de todos os avanços conseguidos de 1930 para cá, especialmente em 1943, quando foi editada a Consolidação das Leis do Trabalho - a CLT. Com a reforma Trabalhista proposta pelo atual governo que pretende "modernizar" a CLT, o que ocorre na prática é o desmonte da CLT e da Constituição de 1988.  Pela proposta, o negociado prevalecerá sobre o legislado, o que pode ser péssimo para categorias sem representatividade sindical.

Tanto o Sindicato quanto as Centrais Sindicais ainda não tiveram detalhes desse pacote de medida, somente o que foi veiculada pela imprensa. Porém não dá para acreditar que este projeto virá para melhorar a vida do trabalhador.

Podemos analisar rapidamente uma das propostas que é a Jornada Intermitente ou jornada móvel de trabalho. Certamente terá uma migração dos contratos já firmados, para jornada móvel, reduzindo custos dos empresários e precarizando  as relações de trabalho.

Outra mudança que prejudicará o trabalhador é a ampliação do contrato de experiência com a ampliação de 90 para 120 dias, com o mesmo período para prorrogação. Em tese, o trabalhador poderá ficar até 240 dias em contrato de experiência.

Veja o que poderá ser mudado:

 

Férias

O parcelamento das férias em até tres vezes com o pagamento proporcional aos respectivos períodos, sendo que uma das frações deve corresponder a ao menos duas semanas de trabalho.

 

Jornada

A jornada de trabalho poderá ser diferente das 8horas diárias e 44 horas semanais. Mas haverá um limite máximo de 12 horas diárias. E se forem trabalhadas mais do que 44 horas semanais, será preciso pagar hora extra.

 

Intervalo

Pela proposta do governo, o intervalo de almoço poderá ser negociado. Esse intervalo, no entanto, terá obrigatoriamente um limite mínimo de 30 minutos.

 

Trabalho remoto

As regras sobre o trabalho feito remotamente, ou seja, por telefone, internet e smartphones, ficarão nas mãos de trabalhadores e empregadores, de acordo com o projeto de lei.

 

Deslocamento

Trabalhadores que utilizam transporte oferecido pela empresa, terá o tempo de deslocamento contabilizado como jornada de trabalho, porém, pela proposta um acordo coletivo pode mudar isso.

 

Banco de horas

As negociações de bancos de horas ficarão nas mãos de trabalhadores e empregadores. No entanto continua garantido o acréscimo de 50% no valor pago pela hora extra.

 

Participação nos lucros

O acordo coletivo pode definir regras para pagamento na participação dos lucros e resultados, incluindo parcelamento.

Produtividade

A remuneração por produtividade será decidia também em acordo coletivo.

 

Fim de acordo coletivo

A justiça decidiu que, quando um acordo coletivo esta vencido, acaba valendo o ultimo a ser fechado. O STF reviu essa decisão. A proposta do governo prevê que as partes podem concordar com a extensão do acordo coletivo apos sua expiração.

Novo programa

Trabalhadores e empregadores, de acordo com o projeto, deverão decidir juntos sobre a entrada no programa seguro emprego (PSE).

Plano de cargos e salários

O estabelecimento de um plano de cargos e salários também ficará a cargo das negociações coletivas.

 

Registro de ponto

A forma de registro e acompanhamento de ponto pode ser definida em acordo coletivo. Isso flexibiliza, por exemplo, a exigência do ponto eletrônico.

 

 

 

26/12/2016 - NOVA CENTRAL NÃO MANIFESTOU APOIO À REFORMA TRABALHISTA

ESCLARECIMENTO PÚBLICO

 

A Nova Central Sindical de Trabalhadores (NSCT), face às notícias veiculadas na imprensa em relação a uma possível reforma trabalhista a ser realizada pelo governo federal e considerando manifestações extemporâneas de apoio da central a estas aludidas reformas, vem esclarecer, a bem da verdade, que em nenhum momento hipotecou qualquer apoio às quaisquer mudanças trabalhistas. Mesmo porque, ainda não há, de maneira oficial e pública, qualquer Projeto de Lei ou mesmo Medida Provisória sobre o tema em questão sobre os quais se possa opinar.

Como é de amplo conhecimento, o presidente Michel Temer convidou as centrais sindicais para uma reunião no Palácio do Planalto no sentido de ouvir a posição destas entidades sobre alterações na legislação trabalhista. Como é do seu princípio, a Nova Central esteve presente na reunião, assim como estará em qualquer outra do mesmo teor, em se tratando de pauta de interesse da classe trabalhadora e das entidades sindicais.


Centrais Sindicais reunidas com Temer ( Arquivo NCST/SINDAUT)

Mas não hipotecou, em nenhum momento e sob nenhuma hipótese, qualquer apoio a possíveis mudanças na legislação trabalhista, pois, como já assinalado, ainda não há, por parte da Nova Central, nada sobre o que se posicionar, já que a central ainda não recebeu qualquer documento oficial e integral neste sentido. Só depois de apresentado o projeto concreto, oriundo do governo federal, é que a Nova Central manifestará a sua posição, de forma clara e transparente, conforme a decisão das suas bases que, como é de praxe, serão consultadas, antes de manifestações da sua diretoria. Neste sentido, levará em consideração, ainda, a posição conjunta das demais centrais sindicais coirmãs.

 

Por outro lado, a Nova Central, em defesa da organização sindical brasileira, da Consolidação das Leis do Trabalho-CLT e dos direitos sindicais dispostos no artigo 8º. da Constituição, se reserva no direito de contestar, nas duas casas do Congresso Nacional, e judicialmente, se necessário for, as mudanças que, ao seu alvitre, forem contrárias e lesivas aos direitos que duramente conquistamos ao longo do muitas décadas de lutas. Com certeza apoiaremos aquilo que for melhor para os trabalhadores e trabalhadoras e para as nossas entidades sindicais, mas, rejeitaremos, com a firmeza que nos é peculiar, aquelas propostas que, em nome de uma falsa modernização, sejam apenas desmontes da nossa legislação sindical e trabalhista.


Assim exposto, a Nova Central reafirma o seu compromisso com a classe trabalhadora brasileira, por condições de trabalho dignas e decentes, pelo fortalecimento das entidades sindicais e por nenhum direito a menos. 

 

José Calixto Ramos

Presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores



Exibindo a 4 de 71« 1 2 3 4 »